Os dinossauros realmente existiram?

Introdução

Há muito tempo que temos sido interrogados acerca dos dinossauros: Será que eles, realmente, existiram? Se existiram, por que a Bíblia não se refere a eles, embora inúmeros fósseis comprovem a sua existência? Por que foram extintos?

Sempre que perguntas como estas nos eram formuladas, nossa atitude sempre foi de informar que não dispúnhamos de subsídios suficientes para opinar sobre o assunto.

No entanto, após pesquisar matérias escritas em inglês por renomados estudiosos das Escrituras Sagradas, resolvemos compilar o presente estudo, a fim de que o povo de Deus possa ter em mãos algumas informações sobre seres tão famosos, e, ao mesmo tempo, tão sinistros.

Vamos, então, começar a desvendar os "segredos" desses tão famosos seres.

A Descoberta dos Dinossauros

A história da descoberta dos dinossauros está recheada de aspectos interessantes.

Um destes aspectos, é que quando os ossos dos dinossauros foram descobertos pela primeira vez em 1677, pelo Dr. Robert Plot, eram tão grandes que a princípio se pensou que eles pertenciam a um elefante gigantesco. O primeiro nome dado a esses ossos foi "scrotum humanum". Isto se deu quase dois séculos antes da adoção do nome "dinossauro".

Em 1822, Mary Anne Mantell estava passeando em uma estrada rural em Sussex (antigo reino anglo-saxônico da Inglaterra). De acordo com o que conta a tradição, ela achou uma pedra que brilhou sob a luz do sol e levou isto para casa com o propósito de mostrar a seu marido, Dr. Mantell, que era um colecionador de fósseis. Dr. Mantell notou que a pedra continha um dente mais ou menos semelhante aos de répteis modernos; mas com uma diferença marcante: era muito maior. Sua conclusão foi de que aquele dente pertencera a algum réptil vegetariano gigantesco extinto, como um iguana.

Como acreditamos que muitas pessoas não saibam exatamente o que seja um iguana, apresentamos a seguir algumas informações acerca deste réptil. O iguana pertence à família dos Iguanídeos, lagartos encontrados em todos os países americanos, com exceção do Canadá. Seu aspecto é estranho e arcaico. Como seu aspecto lembra, em escala reduzida, os sáurios gigantes desaparecidos há milhões de anos, o iguana atraiu para si a curiosidade científica.

Apesar da aparência, são animais inofensivos, que se alimentam de insetos, frutos e folhas. O iguana caracteriza-se por apresentar cabeça grande e alongada, dotada de cristas que prosseguem pela região dorsal, o que contribui para dar-lhes seu aspecto peculiar. Sua carne é comestível e muito apreciada em várias regiões. Existem cerca de 13 espécies, distribuídas por várias regiões da América. O iguana comum ultrapassa 1,60m de comprimento, mais da metade correspondente à cauda. É de cor verde viva no dorso e nas partes laterais, e amarelada na região ventral. Habita as árvores nas selvas, do México até o Brasil. Outras espécies singulares são o iguana das Antilhas (iguana delicatissima) e o iguana do deserto (dipsosaurus dorsalis), que vive no México e Estados Unidos. Nas ilhas Galápagos vive o iguana marinho (amblyrrhynchus cristatus), que se nutre de algas e também tem cauda longa, além de patas vigorosas, que usa para nadar. O iguana gigante (conolophus subcristatus) é o que apresenta maior dimensão do corpo em relação à cauda.

Tendo falado das características do iguana, podemos voltar à história da descoberta do dente a que nos referimos anteriormente.

Quando então, em 1825, o dente foi encontrado, Dr Mantell chamou-o "iguanodon" (dente de iguana). Assim, foi Dr. Mantell que começou a popularizar a idade dos répteis.

No ano de 1841, um famoso paleontólogo chamado Richard Owen cunhou o termo "dinossauro".

Tecnicamente, Dinossauro diz respeito a essas criaturas gigantescas semelhantes a répteis, que viviam em terra ou na água. A palavra significa "lagarto terrível".

Ossos, Evolução e Extinção

Na atualidade, todos já ouviram falar dos dinossauros. Desde o jardim de infância, estamos acostumados a ver quadros desses seres. E, diga-se de passagem, a maioria das pessoas sempre se preocupa com os dinossauros, não simplesmente pelo aspecto assustador que eles possuíam, mas em especial sobre o desaparecimento desses seres.

Segundo os paleontólogos, esses seres desapareceram da Terra há aproximadamente 65 milhões de anos antes que o homem aparecesse na terra.

Esta visão a respeito dos Dinossauros está direta e intimamente associada com a teoria evolucionista, cujo cerne é a defesa intransigente da idéia de que a vida tenha surgido por casualidade.

Contudo, é surpreendentemente estranho como os estudiosos desses assuntos sejam tão seguros quanto ao evolucionismo e, no entanto, tão vagos sobre o motivo pelos quais criaturas como os dinossauros tenham desaparecido!

Citando toda possível e imaginável causa de ataques, como volumosas crises de diarréia, bombardeio de meteorito, intoxicação por drogas contidas em formas de plantas novas que evoluíram e outras idéias mais, as teorias da extinção dos dinossauros costumam se tornar freqüentemente cômicas ou no mínimo ingênuas.

Uma visita em qualquer museu de respeito revelará evidências abundantes de que estes dinossauros realmente existiram. Os ossos e esqueletos que foram arrancados da terra são obviamente os restos de animais gigantescos, que uma vez viveram e morreram. Os restos de esqueleto deles foram preservados nas pedras. Porém, enquanto os ossos realmente testemunham a existência desses seres, os cientistas nunca conseguiram realizar reconstruções precisas.

Muita gente, ou quase todas as pessoas viu ou já ouvir falar dos quadros do Brontossauro, com seu pescoço longo. Mas, pouquíssimas pessoas sabem que "Bronty" era um engano! Os cientistas descobriram posteriormente que eles tinham colocado a cabeça fóssil no corpo fóssil errado. Ou seja, o Brontossauro nunca existiu! Por certo por este motivo, Brontossauro não é mencionado em The New Dinosaur Dictionary, "O Novo Dicionário de Dinossauro", livro somente disponível em inglês, escrito por Donald F. Glut, em 1982.

É muito importante lembrar que quando os cientistas desenterram vários ossos, eles não desenterram um animal com sua carne intacta. Mesmo que eles achassem todos os ossos (freqüentemente só conseguem alguns fragmentos), eles ainda teriam menos que 40 por cento do animal para lhes contar como eles eram originalmente. Por exemplo, os ossos não contam a cor do animal, nem o que comeu para o jantar. Até mesmo a presença de dentes afiados só lhes revela que o animal rasgava sua comida, mas não revela que tipo de comida ele rasgava.

Ao reconstruir dinossauros grandes de restos ósseos, os cientistas precisam fazer todos os tipos de suposições. Igualmente, qualquer declaração sobre o que os dinossauros fizeram ou onde eles viveram estará cheia de suposições e hipóteses. Não obstante, a evidência demonstra que os dinossauros realmente existiram e que eram um grupo grande de criaturas que uma vez vagaram na terra, mas agora provavelmente já não existam.

Então, o que lhes aconteceu?

De acordo com a teoria evolucionista, os dinossauros se mantiveram na terra durante a Era Mesozóica, quando envelheceram. Isto, segundo os evolucionistas, se deu em aproximadamente 230 milhões a 65 milhões de anos atrás. Então, ao término do Período Cretáceo da Era Mesozóica, eles desapareceram.

Em agosto de 1983, Dr. Alan Charig do Museu Britânico de História Natural de Londres e Dr. Beverly Halstead do Departamento de Geologia, da Reading University, desafiaram toda teoria evolutiva seriamente sobre a extinção dos dinossauros e até mesmo quando eles desapareceram. Isto serve para nos lembrar que quando lidamos com criaturas passadas, como por exemplo, a história dos dinossauros ou qualquer outra, um cientista tem só os ossos nos quais ele pode especular. Ele não tem o passado no laboratório dele. Ele desenterra os ossos no presente. Qualquer teoria sobre o que aconteceu aos dinossauros, baseado somente em ossos, nunca passa da opinião de um cientista. O cientista não era um observador do evento, e ele não tem quem tenha observado o passado contra qual testar a sua teoria. Assim, tal estudo nem mesmo poderia ser considerado científico no sentido normal do termo. Realmente é a convicção dele sobre o passado, uma tentativa para explicar a evidência que existe no presente. O único modo para que qualquer um pudesse estar seguro acerca do que aconteceu no passado, seria pelo testemunho de qualquer testemunha segura que estava lá.

E é exatamente isso o que o livro bíblico de Gênesis é. E é fácil testar esta reivindicação. O registro preciso de quem estava lá, fará sempre o melhor sentido e sempre será a maior evidência que nós temos no presente.

Os Dinossauros na Bíblia

Mas, será que o livro de Gênesis provê alguma base prática para o cientista que tenta explicar o que aconteceu aos dinossauros?

Claro que sim. Senão, vejamos:

De acordo com o relato de Gênesis, foram feitos os animais da terra e o homem no sexto dia da semana de criação (cf. Gn 1:24,25). Existem inúmeras controvérsias sobre esta questão específica de "dia" no relato da criação. Mas a nossa opinião é que estes "dias" eram dias solares ordinários (cf. Gn 1; Êx 20:11), pois após cada dia, diz-se que "houve tarde e depois a manhã" (cf. Gn 1:5,8,13,19,23,31). Com toda certeza, os dinossauros foram criados, como animais da terra; no mesmo que o primeiro homem, Adão. Isto mesmo. Os dinossauros e o homem habitaram este planeta ao mesmo tempo.

E o que fizeram os dinossauros depois do tempo de criação? Como todos os outros animais, eles começaram a povoar a terra. Os registros da Bíblia afirmam que como o tempo foi passando, a terra se tornou cheia de maldade. Assim, Deus determinou que Ele enviaria uma grande inundação mundial para destruir “... toda carne em que há espírito de vida... tudo o que há na terra expirará" (Gn 6:17). O Senhor escolheu um homem chamado Noé, e ordenou-lhe que construísse um barco enorme no qual ele pudesse levar a sua família e representantes de todas as espécies de animais e seres viventes que habitassem a terra e o ar.

A Bíblia nos fala claramente que quando chegou o tempo do dilúvio Deus enviou dois de todo tipo de animal (e sete de alguns outros) para Noé levar consigo a bordo da Arca (cf. Gn 7:2). Considerando que a Bíblia é clara ao afirmar que havia pelo menos dois de toda e qualquer espécie de animal, obviamente isto incluiu pelo menos dois dinossauros.

Mas como? Indagarão alguns. Diga-me como animais grandes como os dinossauros poderiam entrar na Arca? E mais: que tamanho de Arca seria necessário para criaturas tão grandes?

Quem assim questiona, não conhece apropriadamente a historia real dos dinossauros; pelo menos quanto aos seus tamanhos. Aliás, os dinossauros de tamanho gigantesco, tais como o Brachiosaurus, Tyrannosaurus, Diplodocus, e Allosaurus sempre foram objeto de toda espécie de publicidade, mas não os de pequeno porte.

A verdade, porém é que muitos dinossauros eram muito pequenos. Veja alguns exemplos:

a) O Struthiomimus era do tamanho de uma avestruz;

b) O Compsognathus era nada maior que um galo.

Somente alguns dinossauros cresceram a tamanhos extremamente grandes, mas nem mesmo eles chegaram a ser tão grandes quanto o maior animal do mundo atual. Enquanto os paleontólogos afirmam que o Tiranossauro media cerca de 15 metros de comprimento e o volume de seu corpo igualava-se ao do elefante, com uma enorme cabeça, grandes patas traseiras, fortes garras e mandíbulas providas de dentes agudos, a Baleia-azul, por sua vez, mamífero cetáceo da família dos balenopterídeos (Balaenoptera musculus), nativa dos oceanos Atlântico e Pacífico, mede cerca de 30 metros e pode chegar a 130 toneladas.

Um outro fato a observar é que Deus, tremendo e sábio como é, tenha colocado na Arca animais adultos, mas ainda jovens, não criaturas completamente crescidas, uma vez que os animais entrariam na Arca e seriam responsáveis em repovoar a terra, depois do Dilúvio. É praticamente essencial que fossem enviados somente adultos jovens que alcançariam o início da vida reprodutiva depois do dilúvio.

 

Ainda é necessário esclarecer que a Arca de Noé era extremamente grande. Media cerca cento e cinquenta metros de comprimento por vinte e cinco de largura e quinze de altura (cf. Gn 6:15), e era composta de três andares (cf. Gn 6:16). Se calcularmos estas medidas, chegaremos à conclusão de que a Arca tinha 11.250m2 no total. Apenas para comparar, a medida média do gramado de um campo de futebol é 4.050m2; ou seja, a Arca de Noé correspondia em metragem quadrada a quase três campos de futebol!

Segundo pesquisadores, tais como os Drs. Henry Morris e John Whitcomb o tamanho da Arca era compatível com o número de animais. Os cálculos deles sugerem que aproximadamente 75.000 animais tivessem sido introduzidos na Arca e conjeturam que se o tamanho médio deles fosse como uma ovelha, eles caberiam em um só pavimento da Arca. Portanto, a Arca era suficientemente grande para abrigar, não apenas os animais, mas também as provisões para que não morressem de fome durante o período que permaneceram dentro da arca.

O que lhes aconteceu?

Segundo o relato inspirado das Escrituras Sagradas, durante o tempo em que os animais estiveram na Arca, a água cobriu todas as colinas altas que estavam debaixo do céu inteiro. Ora, qualquer dinossauro ou qualquer outro animal que não estava a bordo da Arca obviamente se afogou.

Muitos deles teriam sido enterrados rápida e catastroficamente nos sedimentos do Dilúvio, e então foram preservados de forma fossilizada. Um outro fato a observar é que a maioria dos fósseis de dinossauro que são encontrados ao redor da terra hoje, provavelmente é tudo aquilo que restou daqueles que morreram na época do Dilúvio. As formas contorcidas destes animais, os volumosos números encontrados em cemitérios fósseis, a larga distribuição deles e a presença de esqueletos inteiros que mostram evidência convincente de terem sido enterrados rapidamente, tudo testemunha a inundação volumosa, o Dilúvio bíblico.

Meses depois que a Arca parou no Monte Arará, os animais saíram para criar e repovoar a terra. De dois em dois, os dinossauros, junto com todos os outros animais, começaram a se mover na superfície da terra. Mas o mundo que eles encontram agora, obviamente, era completamente diferente do que conheceram antes do Dilúvio. Tudo tinha sido saqueado através da violência das águas. Já não era mais o mundo coberto com aquela vegetação maravilhosa de antes. A quantidade volumosa de legumes que as criaturas maiores precisariam consumir, agora estava escassa e provavelmente o mais distante possível.

O mundo havia se tornado um lugar muito mais severo para se viver. O ambiente antes do Dilúvio era favorável à vida de todos os animais. Tinha permitido que muitos animais e plantas crescessem a tamanhos enormes.

A maioria dos mamíferos alcança o seu maior tamanho depois que amadurecem sexualmente. Porém, os répteis podem manter crescimento quase que de maneira indefinida.

Nas populações de crocodilo de hoje, por exemplo, os espécimes muito grandes são também os mais velhos. Este pode ser o caso de dinossauros enormes cujos esqueletos foram ocasionalmente encontrados.

Os dinossauros adultos jovens, sexualmente maduros que estavam a bordo da Arca com Noé, certamente jamais alcançaram tamanhos próximos ao dos fósseis enormes encontrados.

Antes do Dilúvio, a superfície da terra era provavelmente muito maior. Plantas tinham crescido em grande profusão e tinham provido comida necessária para todas as criaturas de terra. Mas agora o mundo era diferente. Tinha sido desnudado da vegetação que só agora seria renovada. Mais radiação poderia ter alcançado a superfície da terra, e a pressão atmosférica com certeza havia se tornado mais baixa. Sim, o mundo realmente era um lugar mais duro para se viver. Os animais já não podiam mais se alimentar e crescer como no ambiente pré-diluviano.

A Bíblia registra em Gn 1:30 que quando os primeiros animais foram criados, todos eles eram vegetarianos. A própria Enciclopédia Barsa admite este fato em relação aos dinossauros. Até mesmo os dinossauros, leões, e tigres comiam apenas plantas. Isso é uma razão por que Adão não teria sido amedrontado por causa de um Tyrannosaurus Rex. Porém, depois do Dilúvio, Deus disse a Noé que dali em diante os animais o temeriam, e dali em diante o homem poderia comer a carne desses animais (Gn 9:1-17).

Até mesmo para o homem o mundo havia se tornado um lugar mais difícil de se viver. Para que sobrevivesse, além das proteínas das plantas, sua dieta deveria ser complementada através de fontes animais. O homem estava entrando na competição com os animais na luta pela sobrevivência.

É de se presumir que os animais e o homem deveriam desenvolver a habilidade da sobrevivência. Um fato claramente dedutível da história do registro fóssil, da história escrita do homem e de experiências durante os últimos séculos é que nem todas as espécies de vida neste planeta sobreviveram àquela competição. Enquanto nós percebemos que aquelas vastíssimas espécies marinhas não foram extintas com o Dilúvio, precisamos nos lembrar que muitas plantas, o habitat, o ar, os animais, todos estes padeceram dificuldades de readaptação. Muitos foram extintos, como muitos animais têm sido extintos em nossos dias.

Quando se enumera os animais que foram ou parecem ter sido extintos, certamente os dinossauros são incluídos como os primeiros da lista.

Uma coisa que nos admira é por que as pessoas se intrigam e interessam tanto assim pela possível extinção dos dinossauros e outras espécies (das inúmeras extintas) despertam tão pouco interesse?

Ou o interesse é despertado por que vêm nos dinossauros uma espécie de monstro ou será que é devido à fascinação que o gênero humano possui pela ciência-ficção, pelo incomum, pelo sobrenatural? Cremos que é por estes e outros motivos semelhantes que os dinossauros ficaram tão famosos no mundo inteiro. As pessoas se sentem fascinadas ou pelas criaturas em si ou então pela sua extinção.

O Homem e os Dinossauros

Se os dinossauros que acompanharam Noé desapareceram algum tempo depois do Dilúvio, seria esperado que alguma evidência de coabitação de dinossauros com o homem pudesse ser descoberta na história.

Então você poderia perguntar: Há qualquer evidência para isto?

A resposta é sim.

Antes de respondermos especificamente à questão anterior, precisamos lembrar que quase toda cultura do mundo tem histórias de inundações semelhantes ao relato do Dilúvio do livro bíblico de Gênesis. Assim também, muitas culturas diferentes têm lendas sobre dragão. Ao que parece, estas lendas se referem, na realidade, a encontros do homem com criaturas como os dinossauros.

Por exemplo, no filme O Grande Mistério do Dinossauro, pode-se encontrar uma história da Suméria que data de antes de 3.000 a.C. Conta-se a história de um herói chamado Gilgamesh que, quando foi derrubar cedros em uma floresta distante, encontrou um dragão vicioso enorme que ele matou, cortando sua cabeça como um troféu. Quando Alexandre o Grande e os soldados dele marcharam na Índia, eles imaginaram que os índios adoravam répteis enormes assobiando para que eles se detivessem em cavernas.

A China sempre foi renomada por suas muitas histórias de dragão. Dragões sempre foram proeminentes na cerâmica chinesa, em bordados e esculturas. A Inglaterra também tem sua história do místico personagem conhecido como São Jorge, que matou um dragão que morava em uma caverna.

Mas não precisamos recorrer a histórias tão remotas assim. No décimo século, um irlandês escreveu acerca de um encontro seu com o que parece ter sido um Stegosaurus. Em 1500, um livro científico europeu alistou vários animais, dentre os quais, dinossauros, como ainda vivos. Um naturalista famoso da época, Ulysses Aldrovandus, registrou um encontro entre um camponês chamado Baptista e um dragão cujos ajustes de descrição podem demonstrar tratar-se do Tanystropheus. O encontro se deu no dia 13 de maio de 1572 perto de Bolonha na Itália, e o camponês matou o dragão. Assim a evidência para a existência de dinossauros durante a história humana registrada é bastante forte.

Mas a Bíblia fala especificamente sobre eles?

Obviamente, a Bíblia jamais utiliza a palavra "dinossauro", que foi cunhada somente nos últimos séculos. No entanto, nas suas páginas inspiradas temos a descrição de duas "bestas" que podem muito bem se referir aos dinossauros.

A primeira passagem bíblica que desejamos analisar é Jó 40:15:

"Contempla agora o behemoth, que eu fiz contigo, que come erva como o boi". (transliteração e grifo nossos).

E a segunda passagem é do mesmo livro de Jó 41:13,14:

"Quem descobriria a superfície da sua veste? Quem entrará entre as suas queixadas dobradas? Quem abriria as portas do seu rosto? Pois em roda dos seus dentes está o terror”.

Por meio dos registros desses dois textos, Deus estava mostrando a grandeza de Suas Obras. Ele, como Criador, chamava a atenção de Jó para observar uma das mais poderosas criaturas que tinha feito.

Em Jó 40:15, Deus manda observar o tAmheB. behemoth. Muita controvérsia tem surgido sobre o que, realmente, era o behemoth. Para alguns, é um elefante; para outros, um hipopótamo. Porém, ambas as opiniões são improváveis. Primeiro, pois é dito que behemoth tem um rabo como um cedro (Jó 40:17), e se há algo diminuto num elefante é a sua cauda. O elefante é eliminado depressa como uma possibilidade para esta besta. Também o hipopótamo é descartado, pois as descrições bíblicas diferem muito das características de um hipopótamo.

Assim, lendo tais passagens com cuidado, realmente não é muito fácil identificar tal animal, não é tarefa de somenos importância descobrir uma criatura viva que se ajuste à descrição. Em nossa opinião, mui provavelmente esse animal poderia ser o Brachiosaurus.

Também no mesmo livro de Jó, capítulo 41, versículo 1 fala de "Leviathan" (heb. !t'y"w>li leviathan) A identificação desse animal também não é nada fácil, pelo perigo que pode surgir quanto à esta identificação. Segundo o grande escritor e comentador Dr. John Gill, parece referir-se a alguma espécie de animal parecido com um dragão, um animal que solta fogo pelas ventas. Para Strong, o Leviathan poderia ser um outro dinossauro extinto, o Plesiosaurus. Para aqueles que pensam ser isto impossível, basta lembrar que existem animais que soltam gases superaquecidos para defesa própria (exemplo, o Besouro Bombardeiro, conhecido cientificamente como Brachinus) ou se lembrar do famoso "peixe elétrico". Em suma, Leviathan muito provavelmente pode ser uma espécie de dinossauro, embora não disponhamos de provas concretas desta afirmativa.

Mas o que aconteceu aos Dinossauros, afinal?

Já caminhando para a fase conclusiva de nosso trabalho, podemos afirmar que os dinossauros que não entraram com Noé na Arca morreram afogados. Muitos deles foram enterrados muito rapidamente e preservados de forma fossilizada, cujos ossos têm sido achados em tempos recentes.

Os que entraram na Arca com Noé sobreviveram, e depois do Dilúvio puderam criar e reproduzir, suscitando descendência.

Porém, devido às condições severas, escassez de comida, e assim por diante, eles provavelmente nunca mais alcançaram os tamanhos pré-diluvianos e foram extintos.

 

Embora seja difícil admitir que qualquer espécie de animal tenha sido extinta e não possa ser considerado como verdadeiramente extinta uma espécie, cuja extinção não se pode provar cientificamente, os dinossauros não são encontrados facilmente, embora cientistas de renome argumentem que eles continuam existindo em ambientes favoráveis, mas ignorados. Mas como a terra é tão extensa, e o ser humano de alguma forma habite todas as regiões do globo, o mais provável é que os dinossauros tenham sido extintos ou então, que na atualidade não temos encontrado o local certo de seu "habitat".

Conclusão

Se atentarmos bem para a história e todo o acessório que envolve a história dos dinossauros, veremos que não há nenhum real mistério que cerca essas criaturas, quando procuramos entender os eventos que aconteceram no passado.

No entanto, por mais documentadas que sejam essas informações históricas, a nossa compreensão destes eventos não pode estar baseada nas meras especulações das pessoas que vivem hoje.

A não ser que estejam baseados nas palavras cuidadosamente inspiradas pelo Criador e registradas nas Escrituras Sagradas, nenhum de nós tem uma base sólida para qualquer real interpretação da história ou comprovação de absolutamente nada. Mas uma coisa é evidente: os dinossauros existiram e conviveram com o homem, tendo sido criados no sexto dia da criação (cf. Gn 1:24).

 

Fonte: http://www.atosdois.com.br/

Autor: Pr. Lázaro Soares de Assis

Adaptação: Pr. Adelcio Ferreira

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