Aí de nós,por que pecamos

 

Quando li uma mensagem postada pela nossa irmã Cândida Maria na revista online Ultimato e a sua preocupação com o evangelho de Jesus Cristo pude ver que estamos indo de mal a pior, há alguns tempos atrás eu também postei uma mensagem com relação à uma igreja sem graça que estamos vivenciando através de uma emissora de TV. Então comecei a meditar em Lamentações e pude ver que há uns 15 anos atrás não era comum alguém querer se passar por crente. Pois a nossa imagem diante da sociedade era outra. Olhando dentro da Palavra de Deus vemos Ele julgando o seu povo quando os Assírios invadiram suas terras em 722 a.C.As dez tribos então desapareceram; o Reino do Norte deixou de existir. Mais alguns fugiram para o Sul, a fim de escapar do domínio Assírio. Judá permaneceu uma nação judia durante mais de 300 anos. Contudo, em 586 a.C , Nabucodonosor rei da Babilônia invadiu Jerusalém e levou todo Judá também cativo dando início ao cativeiro Babilônico. Podemos ver isso em (2Cr; 36.18-19). O capítulo 3 de Lamentações diz assim: “Eu sou o homem que viu a aflição pela vara do furor de Deus” (Lm 3.1). É difícil saber se aquele que se lamenta é um indivíduo ou um povo. Uma vez olhando personifica-se a imagem de um homem, mais uma olhada e é a imagem de uma mulher. Mais uma coisa temos certeza o povo é o povo de Deus. Em tempos atrás vimos uma reportagem sobre um encontro de jovens crentes em Jesus em uma cidade brasileira, onde os garis da limpeza encontraram uma grande quantidade de preservativos (usados) no dia posterior a este encontro gospel. Hoje não será difícil ver a imagem de um crente mistificada com o mundo. Pois a Bíblia diz “os teus profetas te anunciaram visões falsas e inúteis; eles não expuseram o seu pecado para evitar o seu cativeiro”(Lm2.14). A ruína do povo veio por que não se pregava mais sobre o pecado. Não punia segundo os preceitos de Deus o penitente. E a Bíblia diz que o Senhor lhes trouxe tristeza por causa dos seus muitos pecados. Israel tornou-se objeto de riso para todos os povos. Os Sacerdotes e os profetas conformaram com o pecado e isso lhes trouxe a destruição. Hoje o que estamos presenciando não é diferente. É nojento para os verdadeiros cristãos serem confrontados desta forma pela mídia. Mais enquanto tivermos os falsos profetas em nosso meio, não podemos esperar outra coisa. Sabemos que a grande parte dos crentes hoje adora uma novela. E há muitos que já não estão indo a igreja por causa da novela. Agora então, eles podem ouvir um louvor, e ainda uma mensagem de um “pastor”, unindo assim o útil ao agradável. O diabo sabe disso. E nós também. Que muitos telespectadores são crentes nominais. E assim como os sacerdotes e profetas em Lamentações, estes também procedem da mesma forma. Sem, contudo, ver seus próprios pecados. Como diz o escritor de Lamentações éramos preciosos e valíamos peso de ouro, hoje somos apenas vasos de barro. Obra das mãos de um oleiro. Mais graças ao senhor que ele deixou uma Palavra escrita a Israel e a nós. “As misericórdias do Senhor são a causa de não sermos consumidos, por que a sua misericórdia não tem fim; renovam-se a cada manhã” (Lm.3 22-23). Pois o nosso coração está doente e escurecem os nossos olhos. Se um médico diz a seu paciente que ele não deve comer peixe, este mesmo supõe que só comendo a cabeça do peixe não lhe causará dano algum. Ponhamos a boca no pó e clamemos ao Senhor. O choro é coletivo, a repreensão é pessoal. Pois ainda há esperança para a igreja. Eu creio que ainda podemos levar pessoas a conversão genuína em Cristo. Creio que podemos disciplinar tanto o rico como o pobre em nossas igrejas segundo o que diz a Palavra do Senhor. Portanto que se levantem os profetas desta geração e proclamem o direto e a justiça do Senhor. Cada um em sua cidade, ou em sua igreja, em sua escola, vizinhança etc. Façamos a nossa parte. Denuncie o pecado. Não deixemos a obra de Deus nas mãos dos maiores dizimistas de nossas igrejas, ou das pessoas importantes que se incorporam a ela. Como Miquéias, que possamos também dizer: “Eu porém, estou cheio do poder do Espírito do Senhor, cheio de juízo e de força, para declarar a Jacó a sua transgressão e a Israel o seu pecado” ( Mq.3.8).

Pr. Adélcio Ferreira 

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